Licitações

Licitação de motocicletas do Exército é anulada pelo Tribunal de Contas

Tribunal aponta restrição indevida de marcas em certame de R$ 5,86 milhões conduzido por batalhão no Rio de Janeiro.

Fileiras de garagens em uma area urbana com construcoes ao fundo.
Fileiras de garagens em uma area urbana com construcoes ao fundo.

Tribunal aponta restrição indevida de marcas em certame de R$ 5,86 milhões conduzido por batalhão no Rio de Janeiro.

O Tribunal de Contas da União anulou em 26 de agosto de 2026 a licitação de motocicletas do Exército orçada em R$ 5,86 milhões por causa de restrição de concorrência.

Segundo o edital, a corte apontou direcionamento para marcas específicas na disputa conduzida pelo 1º Batalhão de Guardas. O processo originou o Pregão Eletrônico 90010/2025, que previa a aquisição de modelos da Yamaha e da Triumph sob a Ata de Registro de Preços 90010/2025 com validade de 12 meses.

Os conselheiros estabeleceram o prazo de 30 dias para a unidade militar adotar as providências de invalidação, conforme apuração publicada por SpaceMoney. O tribunal identificou ausência de demonstração técnica para a escolha dos produtos, sem a formalização de contratos ou emissão de empenhos.

Anulação de pregão eletrônico pelo Tribunal de Contas

O Tribunal de Contas da União determinou que o Exército cancele uma licitação de cerca de R$ 5,86 milhões voltada para a aquisição de motocicletas das marcas Yamaha e Triumph. A decisão do plenário foi divulgada em 26 de agosto de 2026, com foco na reversão integral do Pregão Eletrônico 90010/2025 conduzido pelo 1º Batalhão de Guardas.

Segundo a deliberação colegiada, o valor total homologado divide-se em lotes específicos para cada fabricante selecionado na disputa anterior. Desse montante global, o processo contempla o lote com a empresa Nacar Motorcycle no valor de R$ 1,63 milhão para fornecimento de motocicletas Yamaha Lander 250, além do lote com a empresa Maggi Motorcycles no valor de R$ 4,23 milhões para a entrega de motocicletas Triumph Tiger 900 Rally Pro.

Como o andamento processual ocorreu sem contratos assinados ou notas de empenho emitidas desde a assinatura da Ata de Registro de Preços 90010/2025 em 12 de fevereiro de 2025, a anulação determinada pelo colegiado federal não implicará devolução de recursos públicos aos cofres da União. A medida afasta qualquer necessidade de recomposição financeira do erário federal decorrente da execução contratual.

A partir dessa determinação de controle externo, o comando da unidade militar dispõe do prazo de 30 dias para adotar todas as providências formais exigidas para invalidar o certame. Essa exigência de correção reforça a necessidade de justificativa técnica detalhada em aquisições públicas quando a administração opta por especificar marcas determinadas em editais de compras federais.

Anulação de pregão eletrônico pelo Tribunal de Contas

O Tribunal de Contas da União determinou que o Exército cancele uma licitação de cerca de R$ 5,86 milhões voltada para a aquisição de motocicletas das marcas Yamaha e Triumph. A decisão do plenário foi divulgada em 26 de agosto de 2026, com foco na reversão integral do Pregão Eletrônico 90010/2025 conduzido pelo 1º Batalhão de Guardas.

Segundo a deliberação colegiada, o valor total homologado divide-se em lotes específicos para cada fabricante selecionado na disputa anterior. Desse montante global, o processo contempla o lote com a empresa Nacar Motorcycle no valor de R$ 1,63 milhão para fornecimento de motocicletas Yamaha Lander 250, além do lote com a empresa Maggi Motorcycles no valor de R$ 4,23 milhões para a entrega de motocicletas Triumph Tiger 900 Rally Pro.

Como o andamento processual ocorreu sem contratos assinados ou notas de empenho emitidas desde a assinatura da Ata de Registro de Preços 90010/2025 em 12 de fevereiro de 2026, a anulação determinada pelo colegiado federal não implicará devolução de recursos públicos aos cofres da União. A medida afasta qualquer necessidade de recomposição financeira do erário federal decorrente da execução contratual.

A partir dessa determinação de controle externo, o comando da unidade militar dispõe do prazo de 30 dias para adotar todas as providências formais exigidas para invalidar o certame. Essa exigência de correção reforça a necessidade de justificativa técnica detalhada em aquisições públicas quando a administração opta por especificar marcas determinadas em editais de compras federais.

Valores e contratos homologados pelo batalhão militar

As empresas Nacar Motorcycle e Maggi Motorcycles venceram os lotes da licitação anulada pelo Tribunal de Contas da União após disputa conduzida pelo Exército brasileiro. O valor inicial estimado pelo Exército era de pouco mais de R$ 6 milhões antes da disputa realizada pela unidade militar no Rio de Janeiro.

A Nacar Motorcycle venceu a disputa pelas unidades da marca japonesa com contrato de cerca de R$ 1,63 milhão destinado ao fornecimento do modelo Yamaha Lander 250. Esse fornecimento integrava o grupo de veículos utilitários licitados pela organização militar para atendimento das demandas operacionais da tropa.

A Maggi Motorcycles ficou com os exemplares da fabricante britânica por aproximadamente R$ 4,23 milhões referentes ao lote da Triumph Tiger 900 Rally Pro. O montante consolidado entre os dois fornecedores alcançava a cifra total prevista inicialmente pela administração castrense antes da intervenção do tribunal de controle externo.

A Ata de Registro de Preços 90010/2025 foi assinada em 12 de fevereiro de 2025 com validade de 12 meses para eventuais aquisições da corporação. Esse documento contratual formalizava o compromisso de fornecimento pelas empresas vencedoras, embora o tribunal tenha invalidado o procedimento completo por falhas na fundamentação da escolha comercial.

O processo conduzido pelo 1º Batalhão de Guardas no Rio de Janeiro detalhou os valores negociados por lote e os fornecedores habilitados no certame. A tramitação seguiu as etapas formais de julgamento de propostas e habilitação de concorrentes antes da assinatura do ajuste formal com a administração pública.

Valores e contratos homologados pelo batalhão militar

As empresas Nacar Motorcycle e Maggi Motorcycles venceram os lotes da licitação anulada pelo Tribunal de Contas da União após disputa conduzida pelo Exército brasileiro. O valor inicial estimado pelo Exército era de pouco mais de R$ 6 milhões antes da disputa realizada pela unidade militar no Rio de Janeiro.

A Nacar Motorcycle venceu a disputa pelas unidades da marca japonesa com contrato de cerca de R$ 1,63 milhão destinado ao fornecimento do modelo Yamaha Lander 250. Esse fornecimento integrava o grupo de veículos utilitários licitados pela organização militar para atendimento das demandas operacionais da tropa.

A Maggi Motorcycles ficou com os exemplares da fabricante britânica por aproximadamente R$ 4,23 milhões referentes ao lote da Triumph Tiger 900 Rally Pro. O montante consolidado entre os dois fornecedores alcançava a cifra total prevista inicialmente pela administração castrense antes da intervenção do tribunal de controle externo.

A Ata de Registro de Preços 90010/2025 foi assinada em 12 de fevereiro de 2026 com validade de 12 meses para eventuais aquisições da corporação. Esse documento contratual formalizava o compromisso de fornecimento pelas empresas vencedoras, embora o tribunal tenha invalidado o procedimento completo por falhas na fundamentação da escolha comercial.

O processo conduzido pelo 1º Batalhão de Guardas no Rio de Janeiro detalhou os valores negociados por lote e os fornecedores habilitados no certame. A tramitação seguiu as etapas formais de julgamento de propostas e habilitação de concorrentes antes da assinatura do ajuste formal com a administração pública.

O que acontece a seguir

O 1º Batalhão de Guardas cumpre o prazo de 30 dias estabelecido pelo Tribunal de Contas da União para adotar as providências destinadas a invalidar o Pregão Eletrônico 90010/2025. Desde a decisão emitida em 26 de agosto de 2026, a unidade militar interrompe os atos voltados para a aquisição das motocicletas Yamaha Lander 250 e Triumph Tiger 900 Rally Pro.

Os fornecedores Nacar Motorcycle e Maggi Motorcycles acompanham o desfecho do processo que anulou os contratos de R$ 1,63 milhão e R$ 4,23 milhões, respectivamente. Como o tribunal identifica a ausência de contratos assinados ou empenhos emitidos antes da interrupção, o procedimento administrativo retorna à fase de correções técnicas exigidas pelo controle externo.

Tribunal de Contas da União determinou a anulação do Pregão Eletrônico 90010/2025, dando prazo de 30 dias para o 1º Batalhão de Guardas adotar as providências, sem contratos assinados ou recursos devolvidos.

Com informações de SpaceMoney.

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