Petrobras navio tripulação feminina: Starnav Elektra é batizado no Rio
Embarcação Starnav Elektra recebeu investimento de R$ 450 milhões e inaugura o Programa Mar Aberto com equipe exclusivamente feminina.

Embarcação Starnav Elektra recebeu investimento de R$ 450 milhões e inaugura o Programa Mar Aberto com equipe exclusivamente feminina.
A Petroleo Brasileiro S.A. batizou o navio Starnav Elektra no Píer Mauá, situado no Rio de Janeiro, com dezesseis profissionais a bordo.
Essa embarcação marca a primeira entrega vinculada ao Programa Mar Aberto, iniciativa direcionada à renovação e à ampliação da frota da companhia estatal brasileira. O Estaleiro Detroit construiu o barco no município de Itajaí com o aporte financeiro de R$ 450 milhões.
A presidente da Petroleo Brasileiro S.A., Magda Chambriard, destacou os investimentos em 17 de setembro de 2026, conforme apuração publicada por Agencia Brasil economia. A estatal tem 48 barcos contratados até o final de 2026 e prevê somar 96 embarcações entregues até o ano seguinte.
Primeiro navio com tripulação feminina
A Petroleo Brasileiro S.A. batizou a embarcação Starnav Elektra no Píer Mauá localizado na cidade do Rio de Janeiro, com uma tripulação exclusivamente feminina a bordo. A cerimônia fluminense marcou a entrega oficial do primeiro barco vinculado ao Programa Mar Aberto, iniciativa voltada para a modernização da frota nacional.
A embarcação representou o investimento de 450 milhões de reais na construção realizada pelo Estaleiro Detroit situado no município de Itajaí. O navio navegou de Santa Catarina até o Rio de Janeiro com 16 mulheres a bordo, sob a liderança da comandante Isabela Teixeira Ponce de Leon.
A operação da frota própria gera economia de capitais e otimiza o retorno financeiro para a companhia estatal brasileira. Magda Chambriard disse "São projetos que nos trazem mais eficiência e lucro. Quando utilizamos nossa própria frota estamos economizando recursos e valorizando o portfólio da Petrobras". Ponce de Leon conduziu a viagem inaugural durante o deslocamento pelo litoral brasileiro.
Além disso, a estatal soma 48 barcos contratados até o final de 2026, com previsão de entrega total de 96 embarcações até o ano seguinte. A estratégia fomenta a indústria naval nacional por meio de certames públicos vencidos por construtoras locais.
Na prática, as licitações do setor exigem capacidade técnica rigorosa das empresas construtoras para garantir a execução adequada dos serviços. Chambriard destacou que as empresas brasileiras apresentam desempenho excelente e vencem todas as licitações.
Investimento na renovação da frota
O investimento na construção do navio Starnav Elektra totalizou R$ 450 milhões. A embarcação integra o Programa Mar Aberto de ampliação de frota conduzido pela empresa estatal brasileira.
O aporte financeiro direcionado ao projeto busca garantir a modernização das operações navais da companhia. Os recursos aplicados na embarcação refletem a estratégia de renovação planejada para o setor de transporte marítimo e apoio às atividades de exploração.
A presidente da Petróleo Brasileiro S.A., Magda Chambriard, destacou os impactos financeiros diretos desses investimentos para a companhia. Segundo Chambriard, tais projetos trazem mais eficiência e lucro para a estatal.
A dirigente afirmou que a operação com frota própria gera economia de recursos e valoriza o portfólio da corporação. A otimização do retorno de capital surge como consequência direta dessa estratégia de investimento na indústria naval.
O Estaleiro Detroit, localizado no município de Itajaí, construiu a embarcação, que agora segue para operar nas plataformas das bacias petrolíferas brasileiras. A estatal soma 48 barcos contratados até o final de 2026.
A companhia registra ainda a previsão de entrega de 96 embarcações no total até o ano seguinte, consolidando a expansão da capacidade operacional. O cronograma avança com a participação ativa de estaleiros nacionais nos certames realizados pela administração pública.
Contratos e licitações do setor
As contratações de barcos pela estatal avançam com a confirmação de 48 embarcações já contratadas até o final de 2026, conforme o planejamento oficial da companhia. A expansão da frota atende às demandas operacionais da Petroleo Brasileiro S.A. nas bacias petrolíferas, utilizando procedimentos licitatórios para selecionar fornecedores aptos a atender às exigências de capacidade técnica e regularidade fiscal.
Até o ano seguinte serão entregues 96 embarcações, incluindo barcaças e empurradores, consolidando o cronograma de suprimentos estabelecido pela empresa. Esse fluxo contínuo de recebimentos exige das empresas participantes o rigor no cumprimento dos prazos estipulados nos editais, modalidade de ato convocatório que rege a seleção pública de propostas mais vantajosas para a administração pública.
O desempenho das empresas nacionais nos certames públicos destaca a competitividade da indústria naval brasileira frente aos requisitos exigidos nos editais de licitação. Magda Chambriard, presidente da Petroleo Brasileiro S.A., pontuou que o setor fabril nacional demonstra alto nível de eficiência ao participar das concorridas disputas promovidas pela estatal.
A participação nos processos licitatórios vigentes exige comprovação rigorosa de habilitação, fase preliminar do certame que verifica a aptidão jurídica, fiscal e econômico-financeira do licitante. Chambriard destacou ainda que as empresas brasileiras estão tendo um desempenho excelente e estão vencendo todas as licitações. Esse resultado prático fortalece a cadeia produtiva interna.
Segundo a presidente da estatal, o retorno de capital otimizado e a economia de recursos decorrem da operação com frota própria.
Transição energética e tecnologia
As inovações tecnológicas que acompanham os novos navios abrangem projetos de Platform Supply Vessel equipados com sistemas modernos de geração de energia. Essas embarcações incorporam bancos de baterias e telemetria de consumo para garantir maior eficiência operacional nas atividades de apoio às plataformas nas bacias petrolíferas.
A frota moderna exige o cumprimento de rigorosas normativas ambientais e tecnológicas aplicadas aos novos navios. Os construtores aplicam tintas anti-incrustação nos cascos para reduzir o arrasto hidrodinâmico, diminuir o consumo de combustível e evitar a proliferação de organismos marinhos nas estruturas metálicas.
Além disso, os projetos preveem a possibilidade futura de operação parcial com combustível renovável, em linha com as metas de transição energética da Petroleo Brasileiro S.A. A transição energética exige adaptações na engenharia naval para viabilizar o uso de matrizes energéticas limpas.
A adoção de bancos de baterias e equipamentos eficientes contribui para reduzir o consumo de combustível e as emissões de gases.
A engenharia dos navios do Programa Mar Aberto reflete o direcionamento estratégico da companhia para a sustentabilidade e a modernização contínua de seus ativos náuticos. O Estaleiro Detroit construiu a embarcação Starnav Elektra em Itajaí.
O que acontece a seguir
A Petroleo Brasileiro S.A. programa novas entregas para o planejamento corporativo até o fechamento de 2026. A companhia estatal brasileira totaliza 48 embarcações contratadas dentro do cronograma operacional.
A expansão da frota atinge 96 unidades entregues até o ano seguinte. A gestão federal direciona recursos para a ampliação dos barcos dedicados às bacias petrolíferas.
Embarcação entregue e pronta para operar nas bacias petrolíferas.
Com informações de Agencia Brasil economia.
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